Sunday, March 18, 2018

Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson na APPEMA VR

A APPEMA estará participando no dia 11 de abril, de atividades relacionadas a Doença de Parkinson, quando é formada uma corrente mundial, vibrando para o desenvolvimento de recursos que possam nos dar realmente uma melhor qualidade de vida. Participe!
Aguarde a programação.

Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson

    Se você fosse diagnosticado com Doença de Parkinson agora, como reagiria? 11 de abril é o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson e informar-se sobre essa e outras doenças comuns à sociedade pode ser fundamental para a busca de ajuda médica no tempo adequado e para a realização de um tratamento responsável.

    O Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson foi estabelecido pela Organização Mundial de Saúde, em 1998, e tem como objetivo esclarecer a doença e as possibilidades de tratamento para que o paciente e sua família tenham uma melhor qualidade de vida. O quadro foi identificado pela primeira vez, em 1817, por James Parkinson, que descreveu os principais sintomas da doença publicados no Ensaio sobre a Paralisia Agitante.
    A Doença de Parkinson é caracterizada basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos. Há também outros sintomas não motores, como a diminuição do olfato, distúrbios do sono, alteração do ritmo intestinal e depressão. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença. No Brasil, estima-se que 200 mil pessoas sofram com o problema. “Eu estava no escritório e senti o dedo da mão meio duro. Não estava conseguindo fecha o botão da calça direito. Tive quase todos os sintomas. Rigidez nas articulações, tremores e há alguns anos eu já conversava com a minha esposa que não estava mais sentindo o cheiro das coisas direito”, relata José Roberto, economista aposentado que teve o diagnostico para doença de Parkinson.

    A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre outras alternativas de tratamento. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica do Sistema Único de Saúde para pessoas com Doença de Parkinson, publicado pela portaria nº 228, de 10 de maio de 2010, os medicamentos disponíveis no SUS para o tratamento são: Levodopa/carbidopa; Levodopa/benserazida; Bromocriptina; Pramipexol; Amantadina; Biperideno; Triexifenidil; Selegilina; Tolcapona e Entacapona. A escolha do medicamento mais adequado deverá levar em consideração fatores como estágio da doença, a sintomatologia presente, ocorrência de efeitos colaterais, idade do paciente, medicamentos em uso e seu custo.
    Os medicamentos para Parkinson são disponibilizados gratuitamente pelo SUS através do Programa de Medicamentos Excepcionais. Confira mais no Departamento de Assistência Farmacêutica.
    Pacientes com incapacidade funcional causada pelos sintomas parkinsonianos também podem se beneficiar de programas terapêuticos de reabilitação, envolvendo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte psicológico e familiar, buscando evitar e/ou retardar a perda de suas funcionalidade e habilidades motoras. Tais serviços são ofertados na Rede SUS, nos Centros Especializados em Reabilitação com modalidade de reabilitação física.
    Moacyr Faustino, secretário da Associação Brasil Parkinson há 21 anos, fala sobre a importância de marcar esta data no calendário. “Aqui no Brasil nós temos cerca de 40 entidades. Neste sábado, nós estaremos no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, mostrando nosso coral, vamos fazer atividades físicas, expor nossas pinturas da oficina de arte, vai ter brinquedoteca, origami e diversas atividades para mostrar à população que, mesmo com a doença, a pessoa pode exercer muitas atividades por muitos e muitos anos”, ressalta.
    Matéria publicada no Blog da Saúde, do Ministério da Saúde, no dia 10 de  abril de 2017.

    Saturday, March 17, 2018

    O DIAGNÓSTICO DO PARKINSON PODE ESTAR NAS LÁGRIMAS



    Uma das grandes dificuldades que o Parkinson impõe aos pacientes é justamente descobrir o que está acontecendo no organismo. Por que o tremor? O que causa a lentidão dos movimentos? O que faz a musculatura enrijecer? Enfim, o diagnóstico do Parkinson é um desafio até para os especialistas, uma vez que não existe um único exame que leve ao desfecho. Mas, tudo indica que estamos muito próximos deste teste. Um estudo realizado na University of Southern California, em Los Angeles, descobriu que pacientes de Parkinson têm níveis diferentes de uma certa proteína ligada à doença, em comparação às pessoas saudáveis. E, curiosamente, esta proteína sai nas lágrimas.
    Os pesquisadores resolveram estudar as lágrimas porque elas contêm várias proteínas produzidas nas células secretoras da glândula lacrimal, que é estimulada pelos nervos a colocar tais proteínas nas lágrimas. Como o Parkinson afeta a função dos nervos, levantaram a hipótese de que qualquer alteração pudesse ser notada nos níveis das proteínas.
    Para o neurologista Mark F. Lew, autor do estudo, o grande benefício desta descoberta é a possibilidade de se fazer o diagnóstico de maneira não invasiva e de forma tão simples. O custo baixo também seria outro benefício importante.
    Mark F. Lew também acredita que, ao detectar um marcador da doença, até os tratamentos podem ser aprimorados ou mesmo iniciados antes de a doença se instalar e incapacitar o paciente.
    Parkinson é uma doença progressiva e degenerativa, que atinge o sistema nervoso central e afeta 1% da população mundial acima de 65 anos. Ela leva a uma diminuição da produção de dopamina, o que compromete o controle motor e os movimentos dos pacientes.
    Até o momento, o diagnóstico do Parkinson é feito após avaliação clínica em consultório. O médico avalia a presença de tremores, a rigidez das pernas, dos braços e do tronco, a lentidão e diminuição dos movimentos e a instabilidade na postura. Com dois destes sintomas, já é possível concluir o diagnóstico. Quando ainda há dúvidas, o neurologista pode recomendar a medicação levodopa, a mais utilizada no tratamento da doença, por um tempo. Se há melhora, o diagnóstico é fechado.
    OUTROS ESTUDOS SOBRE DIAGNÓSTICO DO PARKINSON
    No início do ano, um estudo realizado na Escola de Medicina da Universidade Juntendo, no Japão, concluiu que baixo nível de cafeína e de seus metabolitos no sangue pode ajudar a diagnosticar o Parkinson de Início Precoce, aquele que atinge pessoas com menos de 50 anos de idade.  Saiba mais aqui. 
    No ano passado, a Universidade Manchester, no Reino Unido, iniciou uma pesquisa com cães para descobrir se eles conseguem detectar a doença de Parkinson em pessoas ainda não diagnosticadas. A ideia do trabalho surgiu após uma escocesa, bastante sensível a cheiros, notar a mudança no odor do marido seis anos antes de ele receber o diagnóstico e apresentar os primeiros sintomas do Parkinson.
    Atualizado em 02/03/2018.




    Dr. Erich Fonoff é médico neurocirurgião, professor, pesquisador e um dos principais especialistas brasileiros em neurocirurgia funcional, com ênfase nas áreas de dor, doença de Parkinson e outros distúrbios do movimento. O seu trabalho na cirurgia de Parkinson documentou avanços significativos nos últimos anos, ...

    Friday, March 16, 2018

    Parkinson: sintomas, tratamentos e causas




    Parkinson tem cura?
    Se não for tratada, a doença piora até a pessoa se tornar completamente inválida. O Parkinson pode levar à deterioração de todas as funções cerebrais e à morte prematura.
    A maioria das pessoas responde bem aos medicamentos. A eficácia dos medicamentos em aliviar os sintomas e a duração desse efeito pode ser diferente em cada pessoa. Os efeitos colaterais dos medicamentos podem ser graves.
    Convivendo/ Prognóstico
    Se você foi diagnóstico com o Parkinson, você vai precisar trabalhar em conjunto com o a equipe médica para encontrar um plano de tratamento que oferece o maior alívio dos sintomas e com menos efeitos colaterais possíveis. Certas mudanças de estilo de vida também podem ajudar a fazer a vida com a doença de Parkinson mais fácil, a exemplo de:
    • Boa nutrição e saúde geral
    • Exercícios, mas ajustando o nível de atividade de acordo com os níveis flutuantes de energia
    • Períodos regulares de descanso e evitar o estresse
    • Fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional
    • Corrimãos colocados em áreas comumente usadas na casa
    • Utensílios especiais para comer
    Os assistentes sociais ou outros serviços de aconselhamento podem ajudar você a lidar com a doença e obter assistência (como onde encontrar serviços de comida em domicílio).
    Convivendo com Mal de Parkinson - SAIBA MAIS
    Complicações possíveis
    A doença de Parkinson é muitas vezes acompanhada por alguns problemas adicionais, que podem ser tratáveis:
    • Dificuldade de memória, surgimento de problemas cognitivos, demências e dificuldades de raciocínio
    • Depressão e alterações emocionais
    • Você também pode experimentar outras alterações emocionais, como o medo, a ansiedade ou a perda de motivação. O médico pode dar-lhe medicamentos para tratar esses sintomas
    • Dificuldades com a deglutição
    • Problemas e distúrbios do sono
    • Problemas de bexiga
    • Prisão de ventre
    • Alterações da pressão arterial
    • Problemas de olfato
    • Fadiga excessiva e prostração
    • Dor. Muitas pessoas com doença de Parkinson experiência de dor, seja em áreas específicas de seus corpos ou em todo o corpo
    • Disfunção sexual
    visão geral
    O que é Parkinson?
    Parkinson é uma doença progressiva do sistema neurológico que afeta principalmente o cérebro. Este é um dos principais e mais comuns distúrbios nervosos da terceira idade e é caracterizado, principalmente, por prejudicar a coordenação motora e provocar tremores e dificuldades para caminhar e se movimentar. Não há formas de se prevenir o Parkinson.
    Causas
    As células nervosas usam uma substância química do cérebro chamada dopamina para ajudar a controlar os movimentos musculares. O Parkinson ocorre quando as células nervosas do cérebro que produzem dopamina são destruídas lenta e progressivamente. Sem a dopamina, as células nervosas dessa parte do cérebro não podem enviar mensagens corretamente. Isso leva à perda da função muscular. O dano piora com o tempo.
    A causa exata do desgaste destas células do cérebro é desconhecida, mas os médicos acreditam que uma mistura de fatores possa estar envolvida:
    • Genética: mutações genéticas específicas podem estar envolvidas nas causas do Parkinson, mas estes casos são raros, acontecem geralmente com membros da família afetados pela doença de Parkinson. No entanto, algumas mutações genéticas parecem aumentar o risco de doença
    • Meio ambiente: a exposição a determinadas toxinas ou fatores ambientais podem aumentar o risco de doença de Parkinson no futuro, mas o risco é relativamente pequeno.
    Fatores de risco
    Alguns fatores são considerados de risco para o desenvolvimento do Parkinson. Veja:
    • Idade: jovens adultos raramente apresentam a doença de Parkinson, pois ela é mais comum em pessoas na terceira idade. O risco do Parkinson aumenta com a idade. As pessoas costumam desenvolver a doença em torno de 60 anos de idade ou mais
    • Hereditariedade: Ter um parente próximo com a doença de Parkinson aumenta as chances de uma pessoa desenvolver a doença. No entanto, os riscos ainda são pequenos, a menos que a pessoa tenha muitos parentes que apresentem a doença
    • Gênero: homens são mais propensos a desenvolver a doença de Parkinson do que mulheres
    • Exposição a toxinas: exposição contínua a herbicidas e pesticidas pode colocar uma pessoa em um risco ligeiramente aumentado de doença de Parkinson.
    Sintomas de Parkinson
    O Parkinson pode afetar apenas um ou ambos os lados do corpo, e o grau de perda de funções causada pela doença pode variar dependendo do caso.
    Os sintomas costumam ser suaves no início, incluindo:
    • Tremores
    • Lentidão dos movimentos
    • Rigidez muscular.
    Mais para frente, conforme o quadro evolui, os sintomas mais significativos são:
    • Inclinação do corpo para frente
    • Passos mais curtos
    • Redução do movimento dos braços ao andar.
    Além disso, o Parkinson avançado apresenta outros sintomas motores como:
    • Diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (como piscar)
    • Tendência a babar
    • Dificuldade de engolir
    • Falta de expressão no rosto (aparência de máscara)
    • Dores musculares (mialgia)
    • Dificuldade para começar ou continuar o movimento, como começar a caminhar ou se levantar de uma cadeira
    • Perda da motricidade fina (a letra pode ficar pequena e difícil de ler, e comer pode se tornar mais difícil)
    • Tremores que desaparecem durante o movimento.
    Também há a presença de sintomas não motores como:
    Flutuação motora
    Pacientes em tratamento do Parkinson pode apresentar a chamada flutuação motora, em que os sintomas oscilam conforme o efeito da medicação: tendo um ápice de melhora quando o medicamento faz efeito e depois uma queda desta sensação. Isso é causado quando o paciente toma doses muito altas de levodopa, um dos principais medicamentos contra o Parkinson.
    diagnóstico e exames
    Buscando ajuda médica
    Procure um médico se você apresentar qualquer um dos sintomas descritos acima e que se encaixem com os de Parkinson. Busque ajuda médica, também, se os sintomas piorarem ou caso apareçam novos sintomas.
    O especialista que você deve consultar é um neurologista.
    Na consulta médica
    Leve todas as suas dúvidas sobre a doença para o consultório médico e aproveite para sanar todas elas. Pergunte tudo ao médico e responda a todas as perguntas que ele lhe fizer de forma clara e objetiva.
    Ajude-o também a confirmar o diagnóstico: descreva seus sintomas com detalhes.
    Veja abaixo exemplos do que o médico poderá lhe perguntar:
    • Quando seus sintomas começaram?
    • Os sintomas são frequentes ou ocasionais?
    • Há alguma medida que possa melhorar ou piorar seus sintomas?
    Diagnóstico de Parkinson
    Não existem exames disponíveis para diagnosticar Parkinson. Um neurologista irá diagnosticar a doença com base no histórico médico do paciente e na revisão de seus sinais e sintomas, além de um exame neurológico e físico.
    O médico pode, ainda, solicitar alguns exames para descartar outras condições que possam estar causando os sintomas.
    Além de exames, o médico pode lhe receitar carbidopa-levodopa, a medicação típica da doença de Parkinson. Melhoras significativas nos sintomas após o início de uso desta medicação, muitas vezes, pode confirmar o diagnóstico de Parkinson.
    Às vezes é preciso tempo para diagnosticar a doença de Parkinson. Os médicos podem recomendar consultas de acompanhamento regulares com neurologistas especialistas em distúrbios do movimento para avaliar a condição do paciente e os sintomas ao longo do tempo para, só aí, poderem diagnosticar ou não a doença de Parkinson.
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    tratamento e cuidados
    Tratamento de Parkinson
    Não há cura conhecida para o Parkinson. O objetivo do tratamento é, prioritariamente, controlar os sintomas. Para isso, são usados basicamente medicamentos. Mas uma cirurgia pode ser necessária em alguns casos.
    O médico também poderá recomendar mudanças no estilo de vida do paciente, especialmente a inclusão de exercício aeróbio contínuo no dia a dia da pessoa doente. Em alguns casos, a terapia física também será necessária para melhorar o senso de equilíbrio do paciente.
    SAIBA MAIS
    Medicamentos
    Medicamentos podem ajudar a tratar problemas com o andar, movimentos e tremor, aumentando a quantidade de dopamina no cérebro.
    Você haver uma melhora significativa dos sintomas após o início do tratamento. Ao longo do tempo, no entanto, os benefícios dos medicamentos frequentemente diminuem ou tornam-se menos consistentes, embora os sintomas geralmente possam continuar a ser razoavelmente bem controlados.
    O médico pode prescrever derivados da levodopa, anticolinérgicos, amantadinas, entre outros.
    É comum que aconteça a flutuação motora em pacientes que tomam levodopa, em que a intensidade dos sintomas varia ao longo do dia, conforme o pico de ação do medicamento. Normalmente isso pode ser controlado distribuindo melhor as doses ou fazendo associações medicamentosas.
    Cirurgia
    Com menor frequência, a cirurgia pode ser uma opção para pacientes com Parkinson severo que já não responda a muitos medicamentos. Essas cirurgias não curam o Parkinson, mas podem ajudar alguns pacientes:
    • Na estimulação cerebral profunda (DBS), o cirurgião implanta estimuladores elétricos em áreas específicas do cérebro para ajudar o movimento
    • Outro tipo de cirurgia destrói os tecidos cerebrais que causam os sintomas do Parkinson.
    Medicamentos para Parkinson
    Os medicamentos mais usados para o tratamento da doença de Parkinson são:
    Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.
    prevenção
    Prevenção
    Infelizmente não existe como prevenir o aparecimento do Parkinson em pessoas predispostas a esta doença. No entanto sabe-se que pessoas com melhor condições físicas, principalmente condicionamento físico, são menos propensas a apresentar a doença e também apresentam melhor evolução.
    Além disso, indivíduos com o hábito de tomar café parecem ter menos risco de apresentar o quadro.
    fontes e referências
    • Neurologista Egberto Reis Barbosa (CRM-SP 19.843), chefe do ambulatório de Parkinsondo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São paulo (HC-FMUSP)
    • Neurologista Henrique Ballalai (CRM-SP 44.250), professor afiliado Livre-Docente do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo
    • Sociedade Brasileira de Neurologia

    Texto publicado pela Academia Brasileira de Neurologia
    REVISADO POR

    NEUROLOGIA - CRM 22360/DF


    Prevenção ao AVC

    A Campanha de Prevenção ao AVC nas Empresas é um serviço prestado pela APPEMA, sem nenhum ônus para as mesmas.
    Os interessados deverão entrar em contato pelo telefone 9231-0507, falar com Ana Lúcia, Presidente da APPEMA.

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